Sindicato dos Farmacêuticos da Estado da Bahia divulga nota de repúdio contra o fim da Farmácia Popular

A Farmácia Popular, foi criada em 2004 e vendia medicamentos com até 90% de desconto

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Após decisão anunciada pelo Ministério da Saúde, de que irá fechar 393 unidades do programa Farmácia Popular, em todo o Brasil, o Sindicato dos Farmacêuticos da Bahia (Sindifarma-Ba) divulgou nota de repúdio contra a medida.

A decisão do Governo Federal de fechar as Farmácias Populares é repudiada por entidades de classe na área de saúde, assim como pela população que mais precisa do serviço, que é indispensável para a prevenção e tratamento de doenças como a hipertensão, diabetes, asma, rinite, dislipidemia, doença de Parkinson, osteoporose, glaucoma, além da distribuição dos contraceptivos e fraldas geriátricas, disse um trecho da nota.

Segundo o sindicato, as Farmácias Populares do Brasil atendiam em média quase dez milhões de pessoas ao mês. “Será um enorme prejuízo à saúde da população brasileira, já que o Programa Farmácia Popular oferece cerca de 125 medicamentos indispensáveis à manutenção e cuidados com a saúde, bem maior que os homens podem ter”, afirmou a diretora do Sindifarma-BA, Soraya Amorim.

O programa Farmácia Popular, foi criado em 2004 e vendia medicamentos com até 90% de desconto. Segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros, 80% da verba destinada para o programa era usada para custeio das unidades e apenas 20% para compra de medicamentos, por isso houve a necessidade de fechamento.

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