“Quero colocar na balança os oito anos de Moema, os dezesseis de Leão e os meus dois anos e sete meses”, dispara Márcio Paiva

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ruas-5-e1444404161498-570x570O prefeito de Lauro de Freitas, Márcio Paiva (PP) segue com a mesma estratégia de divulgação intensa de seu trabalho. Agora com foco e ênfase dobrados já que as eleições de 2016 estão às portas e ao que tudo indica o pepista pretende disputar a reeleição. Nesta semana, o alcaide concedeu entrevista a uma importante emissora de televisão da Bahia e afirmou que quer comparar, em debate, a sua gestão com a de seus antecessores. “Sei que fiz muito mais nesses dois anos e sete meses”, garantiu.

Paiva, aproveitou a oportunidade para divulgar o prêmio que a cidade recebeu da revista “Isto é” no mês passado, que elegeu Lauro de Freitas como uma das melhores cidades do Brasil. O prêmio é questionado por muitos moradores da cidade que interrogam quanto as deficiências na saúde, educação e saneamento básico. Para Alda Reis, os destaques do prêmio não são realidade em seu bairro. A dona de casa alega descaso do poder público, na rua Santa Cecilia no bairro da Itinga, onde reside. “Por todos os lugares você pode constatar buracos e água suja minando, isso é recorrente aqui e ninguém resolve”, disse.

Procurada pela redação do Portal Bahia no Ar, a Secretaria Infraestrutura de Lauro de Freitas não respondeu se há previsão para o inicio das obras de requalificação na Santa Cecilia. De acordo a uma funcionária do órgão, todos os telefones da Secretaria estão quebrados o que impossibilita que a pessoa responsável dê um parecer sobre o assunto.

Outro ponto defendido por Paiva foi à educação. O prefeito afirmou que em sua gestão a carga horária dos professores foi reduzida para que os docentes pudessem corrigir trabalhos e provas no período de trabalho.

No inicio deste mês, o portal Bahia no Ar denunciou o sucateamento da Escola Municipal Pedro Paranhos, situada no bairro de Portão. Nas imagens é possível notar um buraco aberto no muro que circunda a unidade e carteiras quebradas amontoadas num canto da sala enquanto os alunos assistem aula em sistema de rodízio para não ficarem de pé. A reportagem ouviu a diretora da instituição, Graça Chaves. A gestora alegou ter entrado em contato com o setor da prefeitura que reforma e licita carteiras e que até aquele momento a resposta foi para esperar.

Sobre a sua aceitação, Márcio assume que há um desgaste político, mas se inclui no raal dos bons políticos. “Tudo que prometi em campanha eu fiz, requalifiquei toda área de Vilas do Atlântico e agora estamos seguindo para a Luís Tarquínio, creio que estamos no caminho certo”, afirmou.

Fonte: Bahia No Ar

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