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Patrimônio de ACM Neto cresce mais de 800% em quatro anos

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ACMNETO_bocaonews_convencao_gilbertojuniorNos últimos quatro anos o patrimônio do candidato à prefeitura de Salvador ACM Neto (DEM) cresceu mais de 800%. Saindo dos R$ 1.642 milhão, em 2008, para os atuais R$ 13. 327 milhões. Os números estão disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Quando concorreu à chefia do Executivo municipal em 2008, ACM Neto tinha como principal bem o apartamento na Graça que mantém até hoje. O imóvel avaliado em R$ 900 mil à época continua, de acordo com o declarado, tendo o mesmo valor quatro anos depois. Naquele ano, aos 29, ACM Neto já contava com uma previdência privada no valor de R$ 59 mil. Agora, aos 33 anos, esta aplicação está R$ 879 mil.

Mas o que “engordou” o patrimônio do neto do ex-senador Antônio Carlos Magalhães foi a declaração das quotas da TV Bahia adquiridas neste ano de 2012. Somente elas estão avaliadas em mais de R$ 9 milhões.

Entre os que disputam a sucessão municipal de Salvador, ACM Neto é o que declarou ter o maior patrimônio. Em segundo lugar aparece o candidato petista Nelson Pelegrino. Os bens do também deputado federal, somados, chegam aos R$ 600 mil. São constituídos por uma casa e um apartamento.

Mário Kertész informou ao TSE que a soma de seus bens está próxima dos R$ 400 mil. Entre os itens listados pelo empresário da comunicação estão três linhas telefônicas no valor de R$ 7 mil.

Gastos

Outros números que chamam a atenção nesta eleição são as previsões de gastos de quatro dos candidatos. Pelegrino estabeleceu o teto de R$ 20 milhões. ACM Neto, R$ 18 milhões. Kertész, R$ 15 milhões e Márcio Marinho (PRB) R$ 4 milhões.

Geralmente, os partidos estabelecem limites além do real para não correr riscos. A justiça eleitoral proíbe que sejam utilizados mais recursos. Para efeito de comparação, em 2008, ACM Neto foi o candidato que mais gastou. De acordo com os dados do TSE, na segunda e última prestação de contas, o então candidato do DEM declarou ter tido despesas na ordem de R$ 2.797 milhões.

Enquanto a reforma política não é votada no Congresso Nacional o poder econômico continuará a ter um papel fundamental nas eleições. Embora, não determinante, como ficou provado em 2008.

Fonte: Bocão News

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