Mancini admite dúvida na lateral direita e indica que deve explorar bola parada

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Foto: Thiago Pereira
Foto: Thiago Pereira

O Vitória está quase definido para o clássico Ba-Vi deste sábado. Após uma semana de treinamentos e testes realizados pelo técnico Vagner Mancini, há poucas dúvidas sobre a escalação que será usada na Arena Fonte Nova. A principal delas está na lateral direita – e não só para o torcedor.

Nesta sexta-feira, após o treinamento realizado no Barradão, o técnico Vagner Mancini admitiu que nem ele sabe quem será o titular da ala. Com Diogo Mateus de volta após recuperação de lesão, o treinador ainda avalia se vai manter Diego Renan na direita e Euller na esquerda ou se promove o retorno de Mateus.

– Tenho a dúvida ainda. Ao longo da semana, fiz as alterações. A dúvida ainda persiste. Quero, daqui até o jogo, dar uma estudada boa no time do Bahia. Em função da inatividade do Diogo e a boa sequência do Euller… Por isso a dúvida – disse.

Uma das principais falhas apontadas no Bahia são os lances de bola parada. Constantemente, a equipe e o treinador têm sido cobrados pela torcida devido a gols levados a partir de jogadas desse tipo. Ciente disso, Mancini procura não dar importância exagerada à suposta deficiência do Tricolor, mas dá indícios de que não vai evitar explorar os lances durante o clássico deste sábado.

– Uma deficiência de uma equipe não quer dizer que vai ser acentuada na partida seguinte. Óbvio que todas as equipes têm deficiências. Nós temos que explorar ao máximo aquilo que é nosso forte e seria fraqueza do adversário. Na fase final do campeonato, a tendência é que saia mais gols de bola parada. Por isso que a gente tem que dar uma ênfase nisso. E mostrar nos vídeos também, porque isso passa uma segurança no atleta – declarou.

Mancini ainda tratou sobre a semana de treinamentos do Rubro-Negro baiano. Com a semana livre para trabalhos, o Vitória fechou dois dias de atividades: terça e quinta-feira. Segundo Mancini, o objetivo dos treinos não era encontrar um “antídoto” para o Tricolor. Ainda assim, o técnico pede defesa atenta e encaixada para segurar os homens de frente do adversário.

– Não só olhei para o Bahia, como para o Vitória, para dar o antídoto para o Vitória dar dentro de campo. Roger e Kieza já foram meus atletas, são atletas diferenciados. A gente não sabe ainda se eles vão ter o Maxi ou não. São atletas que levam perigo sempre. Por isso, meu sistema defensivo terá que estar encaixado – analisou.

Fonte: G1

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